Olá

Meu nome é Claudio Brancher Kerber, sou profissional formado em Administração com habilitação em Marketing e trabalho com Internet e Sistemas de Informação desde 1997.
Atualmente eu atuo como líder do Escritório de Análise de Negócios da IONICS Informática e Automação, também atuo como palestrante, consultor e instrutor.
Sou colaborador do Projeto Fortalezas Multimídia e voluntário do Capítulo Săo Paulo do Instituto Internacional de Análise de Negócios (IIBA). Veja aqui o meu currículo completo.

Em destaque


31/01/10 - Competindo Pelo Futuro

Competindo Pelo FuturoCompetindo Pelo Futuro
C.K. PRAHALAD GARY HAMEL
ISBN: 8535215441
Páginas: 373
Idioma: Português
Editora: Campus

Este livro apresenta um notável painel sobre o que a empresa deve fazer hoje se quiser ocupar uma posição de liderança no futuro. É tanto um manual para empreendedores quanto um guia para a criação dos mercados de amanhã. Os autores, nesta nova abordagem à estratégia, desafiam os executivos a desenvolver a capacidade de previsão do setor, a definir uma intenção estratégica, a alavancar recursos e a revitalizar o processo da criação de novos negócios.

Comentário Kerber

Você já pensou em deixar um pouco de lado a luta por uma fatia do mercado atual e se concentrar na criação de um novo mercado, só para você? Essa é a proposta deste ótimo livro. Para isso, é necessário pensar menos em participação de mercado e pensar mais na participação nas oportunidades.

Para participar das oportunidades a empresa precisa desenvolver as competências necessárias, ou mesmo, as competências que ela considera necessárias para definir o futuro e implantá-lo.

Este trabalho tem três etapas, como um triátlon:

o Competição pela previsão do futuro do setor e liderança intelectual;
o Competição pelo encurtamento dos caminhos de migração; e
o Competição pela posição e participação no mercado.

Leia mais



20/01/10 - Agile Software Development: The Cooperative Game

Agile Software Development: The Cooperative GameAgile Software Development: The Cooperative Game
Alistair Cockburn
ISBN: 0321482751
Páginas: 504
Idioma: Inglês
Editora: Addison-Wesley Professional
Ano: 2006

“Agile Software Development is a highly stimulating and rich book. The author has a deep background and gives us a tour de force of the emerging agile methods.”
–Tom Gilb

The agile model of software development has taken the world by storm. Now, in Agile Software Development, Second Edition, one of agile’s leading pioneers updates his Jolt Productivity award-winning book to reflect all that’s been learned about agile development since its original introduction.

Alistair Cockburn begins by updating his powerful model of software development as a “cooperative game of invention and communication.” Among the new ideas he introduces: harnessing competition without damaging collaboration; learning lessons from lean manufacturing; and balancing strategies for communication. Cockburn also explains how the cooperative game is played in business and on engineering projects, not just software development



Leia mais



05/01/10 - O Que é Estratégia

O Que é EstratégiaO Que é Estratégia
RICHARD WHITTINGTON
ISBN: 8522102775
Páginas: 179
Idioma: Português
Editora: Cengage Learning

Introduz, de maneira acessível, um tópico controverso do curso de administração, apresentando os pensamentos mais recentes sobre estratégia e confrontando as diferentes visões. São apresentadas quatro maneiras diferentes de pensamento sobre estratégia e exemplos internacionais. A estratégia é examinada nas empresas de e-commerce, nas economias em desenvolvimento e nos mercados de transição.

Comentário Kerber

Você já se fez essa pergunta? Eu já, o tempo todo aliás. Tenho duas recomendações para você. A primeira é o artigo "O que é estratégia?" de Michael Porter, é revelador.

Este livro tem um título quase igual ao artigo do Porter (só falta a interrogação), contudo, tem uma abrangência bem diferente.

Whittington estudou diversos autores relacionados à estratégia e compôs uma visão que divide o pensamento estratégico em quatro abordagens distintas. O primeiro impacto é sabermos que além da abordagem clássica, com a qual somos doutrinados desde pequenos existem outras três abordagens que você concordará comigo que também fazem sentido. Utilizei o livro como base para o artigo Estratégia deliberada e estratégia emergente que pode ser lido aqui no site.



31/12/09 - Feliz ano novo

Nessa época do ano costumo ouvir vários comentários mal humorados dizendo que a virada de ano trata-se apenas de números, que não muda nada na nossa vida, que é inventado. Peço licença para discordar. Claro que a contagem dos anos e o próprio número 2010 são arbitrários, contudo, a virada do ano marca mais uma volta feita pelo nosso planeta em torno do sol e não há nada mais concreto e tangível do que isso. Durante essa volta, a distância e inclinação do planeta determina as estações do ano que influenciam nossa vida, das colheitas às férias de verão.



A divisão do tempo em intervalos reconhecíveis faz parte da forma como compreendemos a vida, então quando pensamos no ano novo como uma oportunidade de mudar, de melhorar algo ou de manter o que é importante para nós estamos colocando energia em algo que é real.

Coloque a sua energia em 2010, como todo "dia novo", o ano novo também é uma oportunidade. Vale a pena.

grande abraço e até 2010!



23/12/09 - Certificação CBAP®

Para que a certificação CBAP® (Certified Business Analysis Professional) seja respeitada internacionalmente, o IIBA® definiu critérios claros (com isso não quero dizer fáceis) para que ela seja obtida.

O primeiro critério é a experiência. É necessário possuir 7.500 horas de trabalho como analista de negócios nos últimos 10 anos. É claro que nem eu, nem você provavelmente nos reconhecíamos como analistas de negócios há seis ou sete anos, mas temos que lembrar que o ponto aqui são as atividades que você exercia e não o seu cargo. As dicas para compreender quais atividades são essas estão dentro do próprio BABOK® e eu as citei neste post.

O segundo critério é conhecimento sobre pelo menos quatro das seis áreas de conhecimento do BABOK®. Isso se demonstra através de uma prova que, ainda não pode ser feita no Brasil (o IIBA SP está trabalhando para trazer a prova para cá). Neste ponto gosto de lembrar que conhecimento não significa crença absoluta. Você pode (e deve) ter suas próprias opiniões sobre a análise de negócios, mas precisa conhecer o BABOK®. Acredito ser uma obrigação do profissional conhecer seu BOK a fundo, comprar o PDF, imprimir e rabiscar. Ahh, antes que eu me esqueça, por um bom tempo, essa prova será em inglês, sem querer, transformaram inglês em uma competência fundamental do analista de negócios.

O terceiro é segundo grau completo. Não tenho muito a dizer a respeito disso, meu pai, por exemplo, não poderia se candidatar à certificação, mas acredito que não está nos planos dele. Como hoje precisamos de segundo grau para tudo, é algo meio pro forma, para diminuir a fila. Isso me lembra quando solicitavam terceiro grau para o cargo de webdesigner lá em 2000 (hoje temos cursos específicos, mas na época era para diminuir a fila mesmo).

certificate.jpg


O quarto são vinte e uma horas de treinamento em cursos relacionados à análise de negócios nos últimos quatro anos. Acho que nesse quesito o IIBA® foi bastante bondoso, são umas cinco horas por ano em média, contudo, existe um porém: esses cursos precisam ser oferecidos por Endorsed Education Providers (EPPs), algo como provedores endossados de educação. Trata-se de empresas que tiveram seus cursos avaliados pelo IIBA, seu conteúdo possui relação com as áreas de conhecimento do BABOK® ou com as competências fundamentais (veja o resumo do BABOK® para saber do que estou falando).

Aqui quero ressaltar que aqui no Brasil já temos pelo menos duas EPPs oferecendo cursos válidos para a certificação, a IIL Brasil e a Noble Inc. Brasil. Note que as duas tem “Brasil” no nome, ou seja, são empresas estrangeiras trazendo seus cursos já endossados para o país.

ILL Brasil não deixa claro na página do curso se o mesmo conta para a certificação, mas no rodapé consta que é uma EPP, ou seja, deve contar.A Noble Inc. Brasil faz questão de deixar isso bem claro com uma chamada em quase todas as páginas do seu site. Como tenho relações com a Noble Inc. Brasil, é dos seus cursos que vou falar.

São 11 anos desenvolvendo e ministrando cursos para analistas de negócios.Se fizermos as contas, veremos que a Noble é mais antiga que o IIBA®, seus proprietários participaram da criação do instituto, ou seja, acho que ela é que deveria ter endossado o IIBA, e não o contrário :)

Esses 11 anos de trabalho geraram um conjunto magnífico de 15 cursos que começam pelo “Curso de impacto do analista de negócios”, no qual os alunos são submetidos a 16 horas de análise de negócios pura na veia, repleta de exercícios práticos e ferramentas que podem aplicar no dia seguinte (e aplicam).

Se você está pensando na certificação CBAP, garantir as suas 21 horas de cursos relacionados é um bom começo, uma vez que você adquire pontos válidos por quatro anos e aprende muito do que é necessário para superar o segundo critério (conhecimento do BABOK®) para a certificação.

Bom, com o merchant do post garantido, voltemos aos critérios.

O quinto e último são duas cartas de referências. Elas podem ser elaboradas por superiores - estamos falando de hierarquia mesmo, não de pessoas propriamente superiores, ou seja, chefe vale – por clientes internos ou externos às organizações nas quais você atuou (acho mais confiáveis) ou de um CBAP®.

Essa de um CABP® poder te recomendar parece coisa de sociedade secreta, lembra os primeiros meses do Orkut durante os quais você precisava ser convidado para entrar, mas faz sentido, acho que é a primeira autoridade de fato de um CBAP®, poder recomendar outras pessoas a se tornarem um também.

Bem, regra é regra. Fico imaginando a dificuldade de defini-las uma vez que as decisões afetam o futuro da certificação.

As informações sobre os critérios foram tiradas do site do IIBA SP, a página contém um curto, mas ótimo item chamado “Algumas dúvidas comuns sobre certificação”, não deixe de ler.

Ah, e quanto a mim? Quando vou me certificar? Bem, vou seguir o conselho do Howard Podeswa. Sou totalmente a favor da certificação CBAP®, mas vou com calma, no meu ritmo. Quero fazer direito.

Tenho a experiência necessária, estou estudando o BABOK, fazendo os cursos, tenho o segundo grau completo desde 92 e comecei a pensar quem serão as vítimas das cartas de recomendação.

Para não dizer que não compro o que recomendo, estou planejando um mega investimento em cursos de análise de negócios para 2010, presenciais e on-line.

E você?



14/12/09 - Camisetas casos de uso

http://www.kerber.com.br/images/kerber_camiseta_eu-amar-casos-de-uso_t.jpgOs casos de uso são uma técnica de construção, comunicação, e, para quem quiser, de documentação das funci0nalidades de um sistema orientados aos objetivos completos dos seus usuários.

Os casos de uso possuem uma forma padrão de escrita que permite que atendam a todas as características dos bons requisitos. Além disso, provém uma visão clara e simples do escopo do sistema, permitindo também seu fácil vínculo aos processos que apóiam.

Mais do que divulgar o uso da técnica em si, as camisetas visam pregar que requisitos funcionais devem representar objetivos completos dos usuários do sistema, nem mais, nem menos, independente da forma com a qual são escritos. Não se trata de negar as outras formas de expressão de requisitos, apenas de reforçar as características que os  casos de uso (escritos de forma correta) possuem e que deveriam ser possuídas por todas as demais.

Visite a "loja" e conheça os dois modelos disponíveis atualmente, em breve teremos mais modelos à disposição e informações de preços  e fretes.



11/12/09 - Obrigado pela presença

Agradeço a todos os presentes na minha palestra no Seminário de Analistas de Negócios da SUCESU-SP.

Lembro que para receber o material completo em formato digital basta enviar um e-mail para kerber@kerber.com.br.

Palestra Kerber - Horizontes - Analista de Negócios SUCESU-SP 10/12/2009